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Importe o levantamento, trace a rede, dimensione automaticamente pelas normas e gere perfil longitudinal, planilhas, quantitativos e memória de cálculo — tudo no navegador. Comece hoje pelo esgoto sanitário; água, drenagem pluvial, elevatórias e estações de tratamento estão a caminho.
As três redes do saneamento, do projeto à obra
Esgoto sanitário e Avanço de Obras já estão disponíveis. Água, drenagem pluvial, estações elevatórias e estações de tratamento de esgoto estão em desenvolvimento — veja abaixo o que cada módulo vai entregar.
Vazões calculadas a partir das casas atendidas em cada trecho, seções resolvidas pela equação de Manning e verificação automática dos critérios da NBR 9649: tensão trativa, lâmina máxima, velocidade crítica, declividades mínima e máxima e recobrimento.
Projeto de redes ramificadas e malhadas conforme a NBR 12218:2017, com demandas por lote, perda de carga pela fórmula universal ou por Hazen-Williams e verificação automática de pressões e velocidades em cada nó e trecho.
Vazões pelo método racional com curva IDF local, verificação de sarjetas, posicionamento de bocas de lobo e dimensionamento de galerias pela equação de Manning. Os critérios são configuráveis para seguir o manual de drenagem de cada município.
Quando o terreno não permite o escoamento por gravidade, a EEE recalca o esgoto até um ponto mais alto da rede ou até a ETE. O módulo dimensiona o poço úmido, os conjuntos motobomba e a linha de recalque conforme a ABNT NBR 12208:2020, usando as vazões da própria rede coletora projetada no SanitaSys.
Normas de base
Prévia ilustrativa. Bomba de 15 L/s em DN 150 (v = 0,85 m/s). Volume útil V = Qb·T/4 → ciclo mínimo de 15,6 min quando a vazão afluente é metade da vazão da bomba. As bombas se alternam a cada partida para dividir o desgaste.
A ETE recebe todo o esgoto coletado pela rede e o devolve ao rio dentro dos padrões de lançamento. O módulo parte das vazões e cargas da própria rede projetada no SanitaSys e dimensiona o tratamento preliminar, o reator UASB e o pós-tratamento, conferindo a eficiência exigida pela ABNT NBR 12209:2011 e pela Resolução CONAMA 430/2011.
Normas de base
Prévia ilustrativa. UASB para 5.000 habitantes: V = 229 m³ (TDH de 8 h na vazão média a 23 °C), altura útil de 4,50 m e área de 50,8 m². Eficiência pelas curvas de Chernicharo: EDQO = 1 − 0,68·TDH−0,35 e EDBO = 1 − 0,70·TDH−0,50. Parte da DQO removida vira metano; o biogás tem cerca de 75% de CH4.
Registre o que foi realmente executado em cada trecho e ramal predial, organize por medição e acompanhe a evolução da obra sobre a própria planta do projeto.
Quatro etapas, um projeto completo
Carregue o DXF com curvas de nível, pontos cotados e loteamento. O sistema identifica as camadas e pode até reconstruir uma rede já desenhada.
Lance poços e coletores de montante para jusante, divida trechos, distribua as casas atendidas e numere a rede automaticamente.
Vazões, diâmetros, declividades e cotas calculados em um clique. Trechos fora da norma aparecem com observações explicando o problema.
Planta e perfis em DXF e PDF, planilhas, quantitativos e memória de cálculo em Excel e Word, prontos para aprovação.
Tudo o que o projeto de esgoto exige
Lê curvas de nível, pontos cotados, blocos, polilinhas com arcos e splines, em metros, centímetros ou milímetros, com controle de camadas.
Cotas do terreno obtidas das curvas de nível e pontos cotados para cada poço e ao longo dos perfis.
Escolhe o diâmetro no catálogo, calcula cotas de fundo e tubos de queda e respeita cotas travadas pelo projetista.
População estimada por moradores por casa, consumo per capita, coeficientes k₁ e k₂, retorno e infiltração, com distribuição automática das casas.
Terreno, coletor, poços e tubos de queda com tabela de cotas alinhada. Exporta em PNG, DXF e PDF.
Planilha Excel (.xlsx) com fórmulas vivas e relatório em Word, formatados para aprovação em concessionárias.
Levantamento de tubulações e peças de cada poço para orçamento da obra.
Planilha de observações aponta contra-declives, recobrimento insuficiente, lâmina excessiva e outras não conformidades.
Sessão guardada automaticamente no navegador e projeto salvo em arquivo para continuar de onde parou.
Como cada rede é calculada, passo a passo
O SanitaSys segue o mesmo roteiro que o projetista faria à mão, trecho por trecho, de montante para jusante. Ao lado de cada método, a memória de cálculo de um trecho real do Loteamento Jardim das Águas, o mesmo das plantas acima.
A população vem das casas atendidas pelo trecho. A vazão doméstica usa o consumo per capita, o coeficiente de retorno e os coeficientes do dia e da hora de maior consumo. Soma-se a infiltração ao longo da rede e a vazão que chega dos trechos de montante.
Se o resultado ficar abaixo de 1,5 L/s, o trecho é calculado com 1,5 L/s (vazão mínima da NBR 9649).
A declividade mínima garante a autolimpeza do coletor na vazão inicial. O sistema acompanha o terreno sempre que possível e só aprofunda a rede quando o terreno é mais plano que o mínimo.
Para cada diâmetro do catálogo, o sistema resolve a seção circular parcialmente cheia pela equação de Manning, iterando o ângulo molhado até igualar a vazão. Fica o menor diâmetro que respeita a lâmina máxima.
A tensão trativa confirma que o escoamento arrasta os sólidos. Se a velocidade final passar da velocidade crítica, a lâmina fica limitada a 50% do diâmetro para garantir a ventilação do coletor.
A cota de fundo de jusante é a mais baixa entre o recobrimento mínimo e a declividade adotada. Quando dois coletores chegam ao mesmo poço em cotas diferentes, o sistema lança degrau ou tubo de queda. Em pontos baixos sem saída por gravidade, indica estação elevatória.
DADOS DO TRECHO
VAZÃO
HIDRÁULICA
COTAS
PARÂMETROS PADRÃO · EDITÁVEIS POR PROJETO
A demanda de cada lote considera a população, o consumo per capita e os coeficientes de máxima diária e horária. Cada trecho reparte a demanda dos lotes que abastece entre os dois nós das pontas. Grandes consumidores e derivações para outros setores entram como demandas concentradas.
O projetista escolhe entre Hazen-Williams e a fórmula universal (Darcy-Weisbach, com fator de atrito de Swamee-Jain). Perdas localizadas podem ser somadas como porcentagem ou por comprimento equivalente.
Em redes com anéis, as vazões nos trechos não são conhecidas de antemão. O sistema itera até que a soma das vazões em cada nó feche e a soma das perdas em cada anel se anule, pelo método de Hardy-Cross ou pelo método gradiente (o mesmo do EPANET).
Com a linha piezométrica resolvida, cada nó é verificado na hora de maior consumo (pressão dinâmica) e com a rede parada, com o reservatório no nível máximo (pressão estática). Os trechos são verificados quanto à velocidade e ao diâmetro mínimo.
Quando um ponto sai da faixa, o sistema indica a causa e as saídas usuais: válvula redutora de pressão, criação de uma zona de pressão, troca de diâmetro ou booster. Ao final, a rede é exportada para o EPANET (.inp) para simulação em período estendido.
DADOS DO TRECHO
HIDRÁULICA (HAZEN-WILLIAMS, C = 140)
PRESSÕES NO NÓ N-12
PARÂMETROS PADRÃO · EDITÁVEIS POR PROJETO
A área de contribuição de cada trecho é delimitada pelas quadras e pelo sentido do escoamento nas vias. O coeficiente de escoamento é ponderado pelo uso do solo: telhados, pavimento, áreas permeáveis.
No início da rede adota-se um tempo de entrada (superficial e de sarjeta). A cada trecho soma-se o tempo de percurso dentro da galeria, calculado com a velocidade real do escoamento.
A intensidade vem da equação IDF do município para o tempo de retorno adotado, com duração igual ao tempo de concentração do trecho. Os coeficientes K, a, b e c são editáveis.
Adequado às áreas típicas de microdrenagem de loteamentos e vias. A vazão é acumulada de montante para jusante, sempre com a intensidade correspondente ao tempo de concentração do trecho.
A galeria é escolhida pelo menor diâmetro que conduz a vazão com lâmina e velocidade dentro dos limites, sem reduzir o diâmetro para jusante. As sarjetas são verificadas pela fórmula de Izzard, e as bocas de lobo são posicionadas antes de a sarjeta atingir sua capacidade.
BACIA DE CONTRIBUIÇÃO
CHUVA E VAZÃO (TR = 10 ANOS)
GALERIA EXISTENTE · DN 400 (I = 4,67 %)
GALERIA DIMENSIONADA · DN 800 (I = 5,40 %)
PARÂMETROS PADRÃO · EDITÁVEIS POR PROJETO
As vazões de início e de fim de plano vêm da própria rede coletora: é a vazão acumulada no trecho que chega ao poço úmido. A vazão de bombeamento é a maior entre a vazão máxima afluente e a menor vazão que a bomba comercial entrega no ponto de operação.
O volume útil entre os níveis de liga e desliga garante que o motor não parta mais vezes por hora do que o fabricante permite. O pior caso acontece quando a vazão afluente é metade da vazão de bombeamento. O tempo de detenção é limitado para o esgoto não ficar séptico.
O diâmetro parte da fórmula de Bresse e é conferido pela faixa de velocidade: rápido o bastante para não depositar sólidos, lento o bastante para limitar a perda de carga e o golpe de aríete. O traçado acompanha o terreno, com ventosa no ponto alto e descarga no ponto baixo.
O desnível geométrico vai do nível mínimo do poço até o ponto mais alto do recalque ou da chegada, o que for maior. Somam-se as perdas distribuídas (Hazen-Williams) e localizadas. O cruzamento da curva do sistema com a curva da bomba dá o ponto de operação.
A potência vem da vazão, da altura manométrica e do rendimento do conjunto, arredondada para o motor comercial acima. A elevatória tem sempre pelo menos uma bomba reserva igual à de operação, com revezamento automático.
VAZÕES
POÇO ÚMIDO (Ø 1,20 m)
RECALQUE (DN 75 PEAD PE100 · C = 140)
ALTURA MANOMÉTRICA
CONJUNTOS
PARÂMETROS PADRÃO · EDITÁVEIS POR PROJETO
A população e o consumo vêm da rede coletora projetada. As unidades são dimensionadas com as vazões de fim de plano, somada a infiltração da rede. As cargas de DBO e DQO saem da contribuição per capita e, divididas pela vazão, dão a concentração do esgoto bruto.
A grade retém os sólidos grosseiros e o desarenador faz a areia decantar sem arrastar a matéria orgânica. A calha Parshall mede a vazão e, pelo rebaixo Z, mantém a velocidade no desarenador quase constante entre a vazão mínima e a máxima.
O tempo de detenção depende da temperatura do esgoto: quanto mais frio, mais lenta a digestão anaeróbia. O volume sai do TDH, a área da altura útil, e a velocidade ascensional é conferida nas vazões média e máxima para a manta de lodo não ser arrastada. A eficiência segue as curvas empíricas de Chernicharo.
Parte da DQO removida vira biomassa e o restante vira metano. O volume de gás é corrigido pela temperatura e o biogás, com cerca de 75% de metano, segue para o queimador ou para aproveitamento. O lodo excedente, já digerido, vai para o leito de secagem.
O filtro biológico percolador recebe o efluente do UASB. O volume vem da carga orgânica volumétrica e a eficiência da fórmula do NRC, corrigida pela temperatura. No fim, a DBO do efluente é comparada ao padrão de lançamento: basta atender ao limite de concentração ou à remoção mínima.
VAZÕES E CARGAS (FIM DE PLANO)
TRATAMENTO PRELIMINAR
REATOR UASB (T = 23 °C)
FILTRO BIOLÓGICO PERCOLADOR
LANÇAMENTO
PARÂMETROS PADRÃO · EDITÁVEIS POR PROJETO
Verificador de Trechos
Confira um trecho de esgoto, de água, de galeria pluvial, uma estação elevatória ou uma ETE com os mesmos critérios que o SanitaSys aplica.
Vazão mínima de cálculo de 1,5 L/s. Declividade mínima Imin = 0,0055·Q−0,47 (m/m, Q em L/s). Tensão trativa τ = γ·Rh·I com γ = 10.000 N/m³. Velocidade crítica vc = 6·√(g·Rh); acima dela a lâmina fica limitada a 50%. No sistema, a vazão de cada trecho é calculada automaticamente a partir das casas atendidas.
Critérios da NBR 12218:2017: pressão dinâmica mínima de 100 kPa (10 mca), pressão estática máxima de 400 kPa (40 mca), velocidade entre 0,6 e 3,5 m/s e diâmetro mínimo DN 50. Fórmula universal com fator de atrito de Swamee-Jain e viscosidade da água a 20 °C. Pressão estática calculada com o nível máximo do reservatório.
Bacia de contribuição
Galeria
Não existe NBR específica para projeto de microdrenagem urbana; os critérios vêm do manual de drenagem de cada município. Valores usuais adotados aqui: velocidade entre 0,75 e 5,0 m/s, lâmina máxima de 85% do diâmetro, diâmetro mínimo DN 400 e tempo de concentração mínimo de 5 min. Método racional indicado para bacias de até cerca de 2 km². Os parâmetros da curva IDF são apenas um exemplo.
Vazões e poço úmido
Linha de recalque
Volume útil V = Qb·T/4 (pior caso, com a vazão afluente igual à metade da de bombeamento) e tempo de detenção com a vazão afluente limitado a 30 min. Velocidade no recalque entre 0,6 e 3,0 m/s. Perda de carga por Hazen-Williams com C = 140 (PEAD) e 10% de perdas localizadas. Potência P = Qb·AMT/(75·η), arredondada para o motor comercial acima. Os valores iniciais são os da EEE-01 do Loteamento Jardim das Águas.
Vazões e cargas
Reator UASB e pós-tratamento
Vazões com C = 0,8, K1·K2 = 1,8 e DQO = 2 × DBO. TDH recomendado pela temperatura: 12 h abaixo de 16 °C, 10 h até 20 °C, 8 h até 25 °C e 7 h acima. Velocidade ascensional até 0,7 m/h na vazão média e 1,1 m/h na máxima, com TDH mínimo de 4 h na máxima. Eficiência pelas curvas de Chernicharo e filtro biológico pela fórmula do NRC, com carga de 0,75 kgDBO/m³·d, sem recirculação. Lançamento pela CONAMA 430: DBO até 120 mg/L ou remoção mínima de 60%. Os valores iniciais são os da ETE-01.
Critérios normativos verificados em cada trecho
Os parâmetros de projeto são editáveis por empreendimento. Quando um trecho não atende, o sistema aponta o motivo.
Não há NBR de projeto de microdrenagem urbana; os critérios seguem o manual de cada município e são configuráveis no sistema.
O tempo de ciclo mínimo segue o fabricante do motor (usual ≥ 10 min). A submergência e a geometria do poço seguem o fabricante da bomba e a ANSI/HI 9.8.
A legislação estadual e a classe do rio podem ser mais restritivas que a CONAMA 430 (em SP, o Decreto 8.468 exige DBO até 60 mg/L ou 80% de remoção); o padrão é configurável por projeto.
Uma plataforma para todo o saneamento
O SanitaSys começou pelo esgoto sanitário e está crescendo para cobrir as três redes de infraestrutura urbana, as estações elevatórias e as estações de tratamento de esgoto.
NBR 9649 · NBR 14486
Projeto completo de redes coletoras por gravidade, do DXF à memória de cálculo.
As-built · Medições
Registro da execução de trechos e ramais prediais, com status, equipes e medições.
NBR 12218
Redes pressurizadas de abastecimento com verificação de pressões e velocidades.
Microdrenagem urbana
Galerias e captação de águas pluviais em loteamentos e vias urbanas.
NBR 12208:2020
Dimensionamento do poço úmido, das bombas e da linha de recalque quando a gravidade não basta.
NBR 12209:2011 · CONAMA 430
Dimensionamento da ETE que recebe a rede, do tratamento preliminar ao lançamento no rio.
Os módulos em desenvolvimento ainda não têm data de lançamento. Assinantes serão avisados quando estiverem disponíveis.
Acesso pelo tempo que o seu projeto precisa
Do ajuste de um único trecho ao contrato de um ano inteiro. Todos os planos liberam a plataforma completa, sem fidelidade e sem renovação automática.
Para uma revisão pontual ou um ajuste de última hora.
acesso por 24 horas
Contratar 1 diaPara desenvolver e entregar um projeto de loteamento.
R$ 19,93 por dia
Contratar 15 diasPara quem projeta e acompanha obras todo mês.
R$ 16,63 por dia
Contratar 30 diasUm trimestre para projetos maiores e aprovações.
R$ 11,10 por dia · 3 × R$ 333
Contratar 90 diasUm semestre cobrindo projeto e execução da obra.
R$ 9,44 por dia · 6 × R$ 283,17
Contratar 180 diasPara escritórios e construtoras com carteira contínua.
R$ 7,67 por dia · 12 × R$ 233,25
Contratar 1 anoDescontos calculados sobre o valor do plano de 30 dias. O acesso começa na confirmação do pagamento e termina ao fim do período contratado.
Dúvidas comuns
Não. O SanitaSys roda direto no navegador. Basta criar a conta e acessar a plataforma.
Sim. O sistema importa arquivos DXF com curvas de nível, pontos cotados e loteamento, e exporta planta e perfis em DXF editável para você finalizar no seu CAD.
O módulo de esgoto segue a ABNT NBR 9649 (projeto de redes coletoras) e a NBR 14486 (tubos de PVC para esgoto). Os parâmetros de projeto podem ser ajustados conforme a exigência de cada concessionária.
Ainda não. Os módulos de distribuição de água, de drenagem pluvial, de estação elevatória e de estação de tratamento de esgoto (ETE) estão em desenvolvimento, e as calculadoras deste site são uma prévia dos critérios que eles vão aplicar. Hoje estão disponíveis o módulo de esgoto sanitário e o de Avanço de Obras.
Não existe NBR específica para projeto de microdrenagem urbana; cada município define seus critérios em manual próprio (curva IDF, tempo de retorno, velocidades e diâmetros). Por isso o módulo terá todos esses parâmetros configuráveis. Para tubos e execução valem normas como a NBR 8890 e a NBR 15645.
Não há renovação automática. Ao fim do período o acesso às ferramentas é pausado, mas seus projetos continuam guardados na conta. Basta contratar um novo plano, de 1 dia a 1 ano, para continuar de onde parou.
O trabalho em andamento fica guardado automaticamente no navegador, e você pode salvar o projeto em arquivo a qualquer momento para abrir depois ou compartilhar com a equipe.
Planos de 1 dia a 1 ano, sem fidelidade e sem renovação automática.
Estes Termos de Uso regulam o acesso e a utilização da plataforma SanitaSys, sistema on-line de dimensionamento de redes de esgoto sanitário, abastecimento de água e drenagem pluvial, disponibilizado por LA ENGENHARIA LTDA, inscrita no CNPJ sob o nº 68.548.698/0001-18, com sede em Rua Dom Pedro II - Parque Balneário Poiares, Caraguatatuba/SP, CEP 11673-270 (“SanitaSys”). Ao criar uma conta ou utilizar o sistema, o usuário declara ter lido, compreendido e aceitado integralmente estes Termos.
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